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Casa Nova Mudamos. Confiram: http://detrivela.blogspot.com Escrito por tom correia às 18h27
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OS 50 MELHORES TIMES DE FUTEBOL DO MUNDO Brasil tem oito clubes entre os 50 melhores do mundo Em oitavo lugar, São Paulo é o brasileiro mais bem posicionado Escrito por mayrant às 23h02
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Allen, Ronaldos e Delírios numa Tarde de Sábado Confesso que meu humor não estava dos melhores e quando aceitei o convite do Carlos e do Mayrant para ver Barça X Real, acreditei que somente o campeonato mais famoso do mundo fosse capaz de catalisar as nossas atenções e de me tirar da modorra. Ledamente enganado - apostei em Escrito por tom correia às 11h20
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UM POUCO DE BRASA Antes de a partida começar, Tom Correa traçou a quentinha do Líder regada a latinhas de cerva gelada, sobras do carnaval que não houve no meu apê. Janela aberta e ventilador ligado não foram suficientes para reduzir o calor na Vila Laura. E pra ser sincero, não vi quando a bola rolou. Não vi quando Robinho saiu, se é que entrou em campo. Mayrant secou duas latas de água tônica enquanto narrava, não a partida, mas os contos de Woody Allen, enquanto a platéia ria a mais não poder. Foi ou não foi pênalti? Não importa: o RC sempre apronta em momentos decisivos, ou seja, as aulas de Ana Maria Braga não resolvem o emocional do carequinha. Um pouco de brasa na tela somente quando Ronaldo executou um dos seus gols preferidos: partir atrás da bola, superar zagueiros, driblar ou dar um toque por cima do goleiro. O Puyol não conseguiu alcançar Ronaldo. Terá sido excesso de peso? Vibrei com o gol, com a lição de como o futebol deve ser jogado, de JBatista para Ronaldo, em profundidade, a bola deslizando no gramado. Os espanhóis, a despeito de assistirem a isso do banco de reservas, jamais aprendem. Escrito por carlos barbosa às 14h25
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CARVÃO NO ESCURO Ontem, assisti, na companhia dos escritores Carlos Barbosa e Tom Correia, ao "maior clássico de futebol do mundo", segundo o locutor da Band: Barcelona versus Real Madri. Eta joguinho miserável! De dar calo no olho, como se dizia no Rio lá pelos inícios dos anos 80. O pior Bangu x Juventus (SP) a que assisti põe esse jogo no bolso. E vou mais além: muito Olaria x Bonsucesso teve mais emoção. E pena que Madureira x Botafogo, hoje, não será transmitido praqui, senão eu tiraria a prova. Um tal Eto’o, um tal Larsson, um outro sujeito com cara de galã de filme italiano B dos anos 70, Ronaldinho G. com suas caretas afetadas e passes que parecem a rosca do Tim Maia, Zidane com um olho na perna outro na Copa e mais meia-dúzia de jogadores que pelos nomes reconhecemos seus países, mas pelo futebol é de esperar que jogassem vôlei... Valeu a pena somente pelo gol do suposto Gordo Ronaldo, com passe do quase magro Júlio Batista. E sobretudo pelas risadas que demos, durante a transmissão, com os comentários aos contos de Woody Allen: Drácula enganado por um eclipse; um detetive particular que procura pelas ruas de Nova Iorque uma pessoa desaparecida: Deus; e um ator que pouco a pouco vai ficando fora de foco, diante das câmeras e na vida... Foi como nos sentimos ontem: impotentes diante da farsa, a procurar carvão no escuro e fora de nós mesmos diante de tamanha piada. A série B de São Paulo, com seus "crássicos campesinos", com distribuição gratuita de verduras, tem coisa melhor. Pelo menos, se o jogo não estiver bom, volta-se a lavrar a terra. Ou a alma. Escrito por mayrant às 11h07
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RAPINAGENS DO FALACIOSO MUNDO DO FUTEBOL 1) Quando os times do interior paulista (os retranqueiros Novorizontino, Bragantino, Internacional de Limeira, São Caetano, Santo André e Paulista) chegam à final dos campeonatos A de lá, é sinal que o futebol do estado está evoluindo... 2) Quando ocorre o mesmo no Rio de Janeiro, é sinal de decadência dos grandes... Nunca ascensão dos pequenos: Americano, América (grande, ainda que por causa do traiçoeiro Clube dos 13 esteja alijado da elite, em favor de Bragantinos relâmpagos – ainda existe este tal de Braga ou será Brega?), Volta Redonda, Cabofriense e agora o Madureira... 3) E no Paraná, que a sensação é o tal ADAP? Decadência do Furacão, do Coxa? 4) E em Minas, que o "grande" Ipatinga segue firme em busca do bi-campeonato? Decadência da duplinha repetida de anos? Não, ninguém fala nisso. 5) Na verdade, por todo o Brasil, novos times estão surgindo, o que é muito bom. Até aqui na Bahia, temos hoje um tal Colo-Colo, clone de um time chileno, se não me engano, e o celerado Ipitanga, espécie de fúria amarela. E que venham outros... 6) Embora, se dependesse da Globo, só haveria dois times no Brasil, o Volante de Navio e o Comedor de Carniça, protegidos pela mídia, pelos juízes, bandeirinhas e até pelo técnico vitual da seleção brasileira, o sr. "Galvão Burreno", sempre acompanhado do seu indefectível filho adotivo, "Casaglande". Duas aves de rapina. Os mesmos que em coro com outros diziam que Edmundo estava acabado, porque jogava no Vasco e no Flu, e agora dizem que o cara está arrebentando no Palmeiras. Aliás, basta jogar no Corinthians (ou em qualquer grande de Sampa) para ser lembrado para a seleção. Dizem que o zagueiro titular ao lado do cavernoso Lúcio, na Copa, será Betão. Pataquada à vista. Chamem Dida para completar o Trio Gol Contra. 7) Estou desde domingo em estado de choque: uma decisão polêmica da arbitragem contra o Corinthians! Não me lembro da última vez em que isso aconteceu. Sim, me lembro, o presidente ainda era Geisel ou Figueiredo, talvez Costa e Silva. Assim, é fácil ser campeão. Com tudo a favor, até o Íbis. 8) Meu consolo é que o futebol, como tudo e todos, eu inclusive, está com os dias contados (por excesso de organização e desejo de ser indústria, comércio, ubiqüidade, sei lá o que mais). Afinal, houve um tempo em que se atiravam os homens aos leões, e outro em que, aos magotes, judeus eram exterminados e negros acorrentados em fétidos porões de navios. Grande e atual Camões, predador das falácias, que disse: "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,/ muda-se o ser, muda-se a confiança;/ todo o mundo é composto de mudança,/ tomando-se sempre novas qualidades". 9) Sejam bem-vindos, portanto, ao mundo dos grandes todos os pequenos, menos os que se encerram na defesa, pois iguais a eles já são muitos dos chamados grandes. 10) Bem-aventurados o Madureira, o Ipatinga, o ADAP e o Colo-Colo, que não precisam de juízes nem de mídia! De nenhum lambe-pé. 11) E uma vaia para os conservadores, defensores da monotonia dos Ba-Vis e dos Grenais!
Escrito por mayrant às 23h01
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Ronaldo forever Ronaldo sofre de desamor. Entrar em campo, para ele, tem sido como ir pra cama com mulher que se detesta. Resulta em brochada. É o que vem ocorrendo com Ronaldo desde sempre no Real Madrid. O esquema tático do time é contrário ao estilo do craque: bolas altas na área. Venho dizendo e escrevendo (até para a home do Real Madrid já escrevi) sobre a estupidez que até Luxemburgo cometeu de o time jogar sempre no campo do adversário, sem alternativas táticas. E todo mundo sabe que Ronaldo é letal com a bola no chão partindo da intermediária; melhor ainda se partir atrás da bola, em disputa com os zagueiros. O Real Madrid jamais joga assim - é no chutão para dentro da área, o que inutiliza a presença de Ronaldo em campo. Tenho sofrido muito em assistir a esse desperdício de talento. Ronaldo sofre de calúnia permanente. Tudo começou nos preparativos para a copa de 98, quando um "brilhante" auxiliar médico (mesmo que soubesse o nome do sujeito não o diria aqui) veio a público dizer que Ronaldo estava cinco quilos acima do seu peso. Isso gerou manchetes e pífios desementidos depois: o tal auxiliar havia confrontado o peso de Ronaldo em 98 com aquele registrado em sua ficha da copa de 94 e chegado à brilhante conclusão de excesso de peso. Esqueceu-se a anta de que em 94, aos 17 anos, Ronaldo media 1,78 cm e pesava exatos 78 quilos; em 98, Ronaldo estava com 21 anos e media 1,83; portando, pesar 83 quilos jamais significaria estar cinco quilos acima do peso normal e sim estar no peso considerado adequado para a altura. Até hoje, a todo momento, essa história de El gordito volta à baila sem se procurar saber o peso atual do jogador. Fica claro pelas imagens que Ronaldo não está gordo. Está é jogando contrariado, sem tesão. Faço a previsão: Ronaldo fará 4 gols na Copa e se tornará o maior artilheiro de todos os tempos em Copa do Mundo. Ele terá feito por merecer o título. Título que o Brasil não ganhará, minha segunda previsão.
Escrito por carlos barbosa às 16h31
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Curtas III
Escrito por tom correia às 11h52
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Bolão, tô dentro! Mayrant, meu caro, eu já sabia que não íamos resistir a um bolão da copa. Nas minhas participações anteriores só me dei bem uma vez, na de 1990. O gol de Caniggia simplesmente me fez o único ganhador e lembro que torrei a fortuna pagando cerveja para os outros, já que burramente eu não bebia na época. Mas vamos lá. Não entendi nada do seu sistema mas gostei tanto que estou disposto a arriscar minhas pataquinhas nessa roubada (risos). Acho que devemos chamar outros adeptos do esporte. Grande abraço. Escrito por tom correia às 10h02
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BOLÃOOOOOOO! Carlos e Tom, vamos criar o nosso bolão para a Copa. De dois tipos: 1) Cada um escolhe quatro seleções finalistas, conforme as possibilidades da tabela, e aponta a colocação de cada uma. Quem fizer maior pontuação ganha, assim 1: 40, 2: 30, 3: 20, 4: 10. Em caso de empate, disputamos uma melhor de três no botão... Brincadeira, mas podemos levar a coisa ao tribunal. Sei lá, a gente tira nas cartas ou aposta tudo no campeonato estadual do Acre, que só termina do final do ano. No mais, vou logo avisando que estou precisando de dinheiro; logo, vale tudo. 2) O primeiro gol da partida, nos jogos do Brasil, a partir de sorteio com os seis jogadores mais avançados. Cada um de nós fica com dois jogadores. Se o primeiro gol for de um não-relacionado, vale o segundo gol, o terceiro, o quarto etc. Se for 1 X 0 com gol de um não-relacionado, o prêmio acumula para a próxima partida. Os reservas que entrarem durante a partida representam os substituídos. Bem, espero que vocês tenham entendido, pois eu não entendi nada. Proponho os seguintes valores para cada bolão: 1) R$30,00 Copa inteira; 2) R$10,00 por partida. Se alguém mais quiser entrar, mudamos as regras. Possibilidade vetada para escritores canalhas. Ou canalhas escritores. Era isso, espero adesão. Mas se quiserem repudiar a idéia, fiquem à vontade. Nem sempre este país é um país capitalista, sobretudo quando não temos dinheiro... Aí ele é mais do que "vermelho". Com rima toante e tudo. Escrito por mayrant às 21h46
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Curtas II 1) Antônio Carlos dizer que estava apenas limpando o braço foi deprimente; dizer que estava mostrando em quantos times ele já jogou foi péssimo. Melhor teria sido assumir que errou feio e tentar pedir desculpas a Jeovânio. Pela cotovelada. O racismo é imperdoável. Uma carreira até vitoriosa merecia um final mais honrado. 2) No palpite cego e delirante de hoje, Barça 1X2 Chelsea. Decisão nos pênaltis. Loteria, Carlos? Tem cara de jogão. 3) No futebol de praia na manhã do último domingo me estranhei com um dos meus e pedi pra sair. Eu não estava num bom dia. Apitei o segundo tempo e percebi que mesmo nas versões mais amadoras, a pressão que o juiz sofre é tremenda. No finalzinho, interpretei como pênalti um lance confuso, cheio de bate-rebate. Fui hostilizado, me jogaram areia, discuti feio ao ser cercado por zagueiros grandes (mas não eram grandes zagueiros) e expulsei um deles. Converteram o pênalti e tive de ouvir coisas como “você não tem caráter”, “você me decepcionou”, “parabéns, seu time conseguiu empatar”. Cheguei em casa num drama de consciência. Fora mesmo pênalti ou tinha sido precipitado? Deveria ter expulsado outros jogadores? Imaginei como deve ser complicada a vida dos árbitros (só os de boa-fé) nas grandes decisões entre times rivais e que envolvem muito dinheiro, vaidade e status profissional. Todo mundo que joga futebol deveria experimentar ser o juiz do jogo um dia. Certamente seríamos menos algozes e mais tolerantes em relação às falhas humanas que decidem entre a glória e o fracasso de várias vidas. Até agora não sei se foi pênalti, mas se o lance acontecesse do lado oposto, eu marcaria incontinenti. E sei que ouviria as mesmas coisas. Próximo domingo retomarei minha posição de atacante esforçado. Escrito por tom correia às 15h46
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Curtas 1) Parreira é um técnico que prima pela emoção do futebol. Escalar Lúcio, o Imprudente, é um teste complicado a cada visita do adversário, não importa qual. Os alemães amam Lúcio. Também pudera: ele não é alemão. O melhor do time ontem foi Zé Roberto. Por não ser um craque excepcional, se esforça para compensar sua ausência de genialidade. E consegue. Cicinho e Ceni também estiveram bem. Quando o baba acabou tentei recordar a última grande dupla de zaga da Seleção. Oscar e Luisinho? Aldair e Márcio Santos? 2) Um gol de mão a favor; um gol mal anulado e um pênalti não marcado contra: na dúvida, é sempre bom ajudar aos grandes. A Rússia nem de sombra lembra aquela temerosa seleção dos anos 80. O goleirinho é bom mas ainda sou viúva de Dasayev. 3) A Alemanha sempre foi isso. Mal nos amistosos, nas competições menores, às vezes até nas eliminatórias. Mas quando chega a Copa, bem, aí é outra história. É só olhar o retrospecto dos arianos. 4) É bom ter cuidado com as Seleções que estão perdendo os amistosos. E cuidar de baixar a bola das que estão ganhando.
Escrito por tom correia às 10h10
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SE A MODA PEGA, NÃO VAI SOBRAR JOGADOR NO FAZENDÃO... Era gol de placa! Não teria que fazer nada mais que empurrar a bola, com o goleiro deslocado... Chutou por cima da trave! E aquele gol era decisivo! Estávamos nos lixando para os idiotas da Napolera. Se com o pontapé que lhe dei, ele foi para o outro mundo, que aprenda lá a chutar como Deus manda. Max Aub (1903-1972). Escritor espanhol, cujo humor corrosivo encontra-se em Crimes exemplares (São Paulo: Amauta, 2003). Trad. de Vanderley Mendonça. Escrito por mayrant às 10h36
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Palpite Cego Chelsea 3X2 Ronaldinho Gaúcho Escrito por tom correia às 17h33
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Fodidos e bem-pagos Os únicos jogadores fodidos e bem-pagos são os do Real Madrid. Jogam cada um por si e ninguém pelo time. Não têm técnico fora de campo nem líder dentro dele. Desperdiçam o mais letal atacante do mundo enfiando-o na área e alçando bolas - naturalmente pensam que Ronaldo é capaz de matar a bola na cabeça e driblar três adversários em meio metro quadrado de espaço. O resultado é um ridículo de dar dó... de peito, em desespero. Mas são bem-pagos e, sendo assim, está tudo muito bem... para eles. E esse quadro se arrasta há três anos, desde que Zidane parou de jogar. Só resta tocar um réquiem. Escrito por carlos barbosa às 22h59
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